Projeto Arquitetônico para Regularização Sanitária
Em 30 segundos, o essencial.
A clínica está de pé.
Falta existir no papel.
“Eu mesma dei a entrada no processo [...] aqui muitas vezes as coisas são diferentes, na questão dos sites, de tipo de documentos que os entes pedem. Eu acho que foi esse o problema: o desencontro da documentação.”
Nas nossas conversas chegamos juntos à lista: vocês trouxeram a fiscalização que já passou e o que existe na clínica, e eu nomeei o que a DEVISA vai cobrar. O pedido de licença não andou porque, no primeiro licenciamento, a DEVISA exige o parecer de aprovação do projeto arquitetônico, que sai de um processo anterior e próprio, nunca aberto para esta clínica. É esse projeto, e esse parecer, que esta proposta entrega.
Regularização sanitária
não é o projeto comum.
É uma frente técnica própria: o desenho responde à norma sanitária tanto quanto ao espaço construído, e precisa ser lido por quem analisa na DEVISA.
“Assino cada projeto como responsável técnico e não terceirizo a concepção. O que vai para a DEVISA é o que eu desenhei, e respondo por isso perante o órgão durante a análise e depois dela.”
Projeto Arquitetônico para
Regularização Sanitária.
Elaboração do projeto arquitetônico da Clínica Odontológica Sorria Pará, já construída e em funcionamento, com memorial descritivo e de fluxos e RRT, para análise da DEVISA/SESMA e emissão do alvará sanitário.
Pedreira · Belém · Pará
A licença pede documentos que não são de arquitetura e têm responsável próprio: a proteção radiológica do raio X (RDC 611/2022, com especialista em física médica), o certificado do Corpo de Bombeiros, o PGRSS com o contrato de coleta e, se a análise pedir, projetos complementares. E documentos da própria clínica: CRT no CRO, TLPL, CNES, PMOC, Manual de Boas Práticas e POPs. Nada disso integra este escopo; o projeto deixa a planta pronta para cada um e o Mapa do processo diz quem procurar.
Se o levantamento apontar obra de adequação, o projeto define e detalha o que muda, e a execução é contratada por vocês.
Três etapas, cada uma
validada por vocês.
Nada avança sem a aprovação de vocês, e nada vai para a DEVISA sem a conferência final do dossiê.
- Medição de todos os ambientes
- Registro fotográfico do existente
- Conferência de cada sala contra a RDC 50
- Lista do que está conforme e do que diverge
- Planta de leiaute com mobiliário e equipamentos
- Fluxos de paciente, equipe, limpo, sujo e resíduos
- Finalidade de cada ambiente
- Ajustes de uso, se precisar
- Plantas, cortes, fachada, cobertura, situação e locação
- Memorial descritivo e de fluxos
- RRT no CAU
- Mapa do processo na DEVISA
As validações acontecem por vídeo, no horário de vocês, de onde estiverem. O levantamento é presencial, comigo, agendado num horário que não pare a agenda de atendimento. E o que a DEVISA pedir de documento vem listado, com quem emite cada um, em vez de descoberto numa triagem do portal.
Quanto tempo
cada etapa leva.
As etapas são encadeadas: cada uma começa quando a anterior é validada. A contagem começa no levantamento, agendado em até 3 dias úteis a partir do aceite.
Os ajustes pedidos por vocês em cada validação estão inclusos. O tempo que vocês levam para validar não entra na conta.
Quatro resultados,
não uma lista de pranchas.
As peças técnicas existem para resolver quatro problemas concretos, e é assim que estão organizadas. A lista técnica fica embaixo de cada bloco.
Vocês não recebem arquivos.
Recebem um portal.
Todo projeto entregue ganha o seu Dossiê do Projeto: um portal na internet, só da clínica, com acesso por nome e CPF, onde fica tudo o que diz respeito à regularização, inclusive o que a DEVISA pode pedir de novo em cada renovação do alvará.
Suporte técnico vitalício. Regularização não termina no protocolo: alvará vence, sócio muda, uma sala troca de uso. O acesso a mim sobre o que foi projetado não tem prazo, mediante agendamento.
Sem projeto,
não há aprovação.
No portal da DEVISA, o parecer de aprovação do projeto arquitetônico é documento obrigatório do primeiro licenciamento. É a peça que falta no pedido que vocês já fizeram.
A fiscalização já esteve na porta. Uma interdição não cobra só a multa: cobra seis cadeiras paradas, a agenda inteira remarcada, o protético sem trabalho e os pacientes que procuram outra clínica no caminho. O projeto é o que tira essa possibilidade da mesa, e custa uma fração do que uma semana fechada custaria.
travar, já resolvido.
- Até 03 visitas técnicas à obra, se o levantamento apontar adequação física: na marcação, durante a execução e na conferência antes da inspeção.
- 01 atendimento técnico junto à DEVISA, presencial ou pelo Setor de Projetos, para resolver uma exigência ou dúvida sobre o projeto apresentado.
- Mapa do processo: a lista de todos os documentos dos dois processos na DEVISA, com quem emite cada um e o que precisa estar na clínica no dia da inspeção.
- Checklist da inspeção no Dossiê: o que o fiscal costuma verificar e o que precisa estar disponível no dia.
Nada vai à DEVISA
sem vocês conferirem.
O que vocês devem
estar se perguntando.
O que acontece
a partir do sim de vocês.
A fiscalização já passou uma vez. Na próxima, o alvará está na parede.
A clínica vai continuar atendendo de qualquer forma. A diferença está em atender com o processo aprovado, ou esperar a próxima visita para descobrir o que faltava.
Av. Rômulo Maiorana, 700 · Belém